quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Freio no monocultura de eucalipto


Imagens aéreas feitas em parceria com o Comando de Aviação do Exército




Processo de desertificação nas áreas com eucalipto


Plantação de eucalipto próximo ao rio


A Defensoria Pública de Taubaté ingressou com uma Ação Civil Pública e conseguiu uma liminar concedida pela Justiça para impedir novos plantios de eucalipto em Taubaté e Redenção da Serra enquanto a empresa Fibria Celulose e Papel, responsável pelas plantações, não promover Audiências Públicas, o Estudo de Impacto Ambiental e o processo de licenciamento junto à CESTEB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental).

A Defensoria Pública sustenta que os eucaliptos estariam sendo plantados em Áreas de Proteção Permanente, com topos de morros, remanescentes de mata atlântica, mananciais e áreas de tombadas pelo patrimônio histórico e paisagístico. O processo tem 150 páginas e tramitou por um ano e oito meses na Vara da Fazenda Pública em Taubaté. A liminar atinge pelo menos 11 fazendas de propriedade da empresa. Também são réus na ação o Governo do Estado de São Paulo e as Prefeituras de Taubaté e Redenção da Serra por prevaricação na fiscalização das atividades da empresa.

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