quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ameaça de morte



IMAGEM EXCLUSIVA de Fernando Gigli e sua mãe, Giliana Gigli, enquanto prestavam depoimentos na Delegacia de Polícia



Giliana e Fernando deixam a delegacia após registrar Boletim de Ocorrência




Testemunha-chave na investigação sobre o esquema de superfaturamento na merenda escolar em Taubaté, Fernando Gigli (ex-chefe de gabinete do prefeito Roberto Peixoto) compareceu hoje, 11 de maio, à Delegacia de Polícia para fazer um Boletim de Ocorrência por “ameaça”. Ontem à tarde, uma pessoa não identificada ligou na casa da sua mãe, Giliana Gigli. O interlocutor teria dito que “avise o Fernando para ficar quieto, fechar a boca, ou ele vai morrer”.



Segundo o B.O, “a vítima Fernando atribuiu as ameaças a um depoimento feito ao GEDEC-PROMOTORES DO GAECO, acontecido em 2009, onde depôs como testemunha em irregularidades na Prefeitura de Taubaté. Sendo neste domingo veiculada matéria no jornal Fantástico da Rede Globo, em que mostra a gravação de seu depoimento ligando o prefeito Roberto Peixoto ao recebimento de valores da empresa que forneceu merenda escolar a cidade de Taubaté”. Fernando Gigli classificou isso com um “ato covarde. Todo mundo tem o meu telefone celular. E eles resolveram ligar para a minha mãe que tem 70 anos.”. Giliana Gigli autorizou a quebra do sigilo telefônico para identificar de onde partiu a ligação.



Ainda na tarde de ontem, Ricardo Gigli, irmão de Fernando Gigli, também foi seguido por um carro até a cidade de Pindamonhangaba. O rapaz anotou a placa do veículo e, segundo levantamento da Polícia Civil, trata-se de um carro com a placa fria. Fotos de Marcos Limão

Um comentário:

Anônimo disse...

Se ele transportava propina para os generais ele não se enquadra no Código Penal? Ele não é conivente?Se ele acusou que era propina ele sabia que era propina? Por favor vcs. do jornal elucidem...