quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Toninho do Lapa

Começa a manhã no Pontal, Paulo de Tarso conversa com seu Lapa, o proprietário do famoso quiosque. Falam sobre política, vida e Paraty. Tudo regado a caipirinhas e casadinhos. PT, como era chamado pelo Bijú (filho mais novo do Lapa), naquela época era casado com a filha do Jacques, o francês. Começa a tarde,mais caipirinha e mais casadinho, embalados agora pela voz marcante do Vicente do Cana Verde com sua inseparável esposa Vitória, acompanhado pelo violão mágico do Aldo Cruz. Com a chegada da noite, o porre e a sensibilidade já vão altos e PT com os olhos mareados e fixos, ouvidos atentos de modo a não perder uma só palavra que vinha de um barbudo recitando sua poesia, o poeta Zé kleber. Noite alta, Paulo como sempre, educadamente se despede prometendo voltar de manhã. Hoje, Toninho do Lapa gostaria de um grande abraço, mas as manhãs se vão e a mesa do Paulo continua vazia...

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